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	<title>Manifesto de apoio às lutas dos pobres</title>
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		<title>A questão da habitação e a regulação dos pobres no Rio de Janeiro: “Choque de ordem” ou “choque de cidadania”?</title>
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		<pubDate>Mon, 13 Jul 2009 18:36:08 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Rio de Janeiro, 30 de junho de 2009 A questão da habitação e a regulação dos pobres no Rio de Janeiro: “Choque de ordem” ou “choque de cidadania”? Adesões: enviar para beppo1977@gmail.com A luta dos trabalhadores pobres por moradia digna está chegando a um momento crucial. Este momento é crucial também para os setores dos [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=petitionsemanifestos.wordpress.com&amp;blog=8557761&amp;post=4&amp;subd=petitionsemanifestos&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align:center;"><img class="aligncenter" title="Logo UN 1" src="../files/2009/07/logo-un-1.jpg" alt="Logo UN 1" width="177" height="144" /></p>
<p>Rio de Janeiro, 30 de junho de 2009</p>
<p style="text-align:center;"><strong>A questão da habitação e a regulação dos pobres no Rio de Janeiro:<br />
“Choque de ordem” ou “choque de cidadania”?</strong></p>
<p style="text-align:right;">Adesões: enviar para <strong>beppo1977@gmail.com</strong></p>
<p style="text-align:justify;">A luta dos trabalhadores pobres por moradia digna está chegando a um momento crucial. Este momento é crucial também para os setores dos governos Municipal, Estadual e Federal ligados à esquerda, em geral, e ao PT, em particular. Urge perguntar: a “esquerda de governo” tem políticas públicas para os trabalhadores pobres da metrópole ou pensa apenas nos interesses das grandes empresas?<br />
Há dezenas de ocupações no Centro da cidade do Rio de Janeiro.</p>
<p style="text-align:justify;">Os ocupantes são conjuntos de famílias de trabalhadores informais (muitas de camelôs) que conseguem auferir uma renda trabalhando no Centro da cidade – onde colocam seus filhos para estudar – e não têm nenhuma proteção social.<br />
Diante dessa situação inadmissível e, apesar de tudo o que se fala sobre formalização, proteção aos informais e recuperação da dimensão urbana do Centro da Cidade, as diferentes instâncias de governo (Município, Estado e União) se mostram completamente indigentes: não há nenhuma política pública que reconheça, em geral, o direito constitucional à moradia e, em particular, o direito à moradia dos trabalhadores pobres do Centro da cidade. Se existem alguns bons propósitos, como o projeto de recuperação de alguns prédios públicos para habitação, estes estão longe de acompanhar o ritmo das lutas e das ocupações.</p>
<p style="text-align:justify;">O poder aparece diante dos pobres como um aparelho de proteção dos interesses da propriedade privada, inclusive quando ela é pública na realidade, como no caso de prédios abandonados às baratas por grandes administrações estatais.  Pior, as decisões da Justiça só são acatadas e executadas pelos governos com lisura (e truculência!) quando são favoráveis aos proprietários. Quando, inversamente, são favoráveis aos movimentos dos pobres, elas são esvaziadas pela burocracia de sempre: enquanto a decisão da Justiça que obriga o Estado e a Prefeitura a pagar um aluguel social aos moradores despejados de uma ocupação precisa de 3 meses para ser acatada (e, ainda assim, apenas parcialmente), a decisão de despejo dos moradores do prédio do INSS da Av. Mem de Sá nº 134 foi executada em apenas três dias (no dia 26 de junho de 2009).</p>
<p style="text-align:justify;">Esse episódio recente – violento e sem nenhuma mediação por parte dos chamados “poderes públicos” – é extremamente emblemático! As 30 famílias que ocupavam o prédio despejado – dentre as quais havia 35 crianças (tendo uma nascido na rua há pouco mais de uma semana) – foram desabrigadas de outra ocupação por causa de um incêndio. Neste caso, a Justiça interditou o prédio, mas determinou também que o Município auxiliasse os sem-teto na mudança dos pertences. No entanto, a Prefeitura mandou um caminhão de lixo da COMLURB para fazer a mudança! Assim, os sem-teto se recusaram a usar o caminhão de lixo e só saíram quando foi enviado um caminhão fechado pertencente à Defesa Civil.</p>
<p style="text-align:justify;">Restam dois fatos políticos gravíssimos:<br />
- os pobres são tratados como lixo !<br />
- não há política voltada para eles !<br />
Resultado: os acampados da Av. Gomes Freire continuaram com seu movimento e mostraram sua capacidade de luta ocupando um prédio (abandonado) do INSS na Av. Mem de Sá.</p>
<p style="text-align:justify;">A pauta política imposta pela grande mídia conservadora sobre o “choque de ordem” se traduz politicamente na própria falta de políticas!<br />
Quais são as políticas da Secretaria de Assistência Social do Estado, da Secretaria Municipal de Habitação e do Ministério da Previdência ?<br />
O caso é particularmente grave: o governo municipal nos mostra uma visão incrivelmente pobre da questão da cidade, da moradia e dos pobres! Os avanços anunciados em termos de regularização fundiária e urbanística nas favelas não podem ficar separados de uma articulação com uma política integrada da cidade que reconheça concretamente o direito à moradia dos trabalhadores pobres do Centro da Cidade. Tudo o que se oferece é o programa federal “Minha Casa, Minha Vida” ou então, o abrigo. Ora, naturalmente, as famílias de trabalhadores que hoje estão na rua não podem esperar a execução (demorada) do programa federal de habitação e o abrigo não é moradia: ele implica em um sistema de restrições infindáveis e o esvaziamento do caráter imediato da luta por moradia.</p>
<p style="text-align:justify;">Escandalosamente, a Secretaria Municipal de Habitação não propõe nada e dá a entender que o movimento das ocupações não é bem vindo nem bem quisto; quase como se fosse um lobby em busca de alguma benesse ou privilégio.<br />
O movimento não é lobby, mas a base da construção da democracia e da cidadania!</p>
<p style="text-align:justify;">Os trabalhadores pobres do Centro do Rio de Janeiro precisam de proteção social: é preciso RESOLVER JÁ A QUESTÃO DA MORADIA E NEGOCIAR COM AS OCUPAÇÕES: dito isto, é preciso implementar imediatamente um programa de titulação jurídica, de assistência técnica gratuita e de adequação dos prédios para fins de moradia. É um escândalo que ainda não se tenha implementado um projeto de regularização da documentação da grande multidão de ocupantes (sem certidões e documentos!) que permitam seu cadastramento no programa Bolsa Família.</p>
<p style="text-align:justify;">A informalidade não é mais a sobra residual de uma taxa de crescimento econômico insuficiente. Ao contrário, o próprio crescimento gera e multiplica a precariedade do emprego. A informalidade mistura assim as mazelas do subdesenvolvimento com aquelas da modernização e as novas formas de precariedade do trabalho, sobretudo em âmbito metropolitano. Não por acaso, entre os ocupantes e os manifestantes que participam do movimento dos sem-teto há estudantes universitários: não se trata de solidariedade ideológica, mas de uma nova composição do trabalho que nossos secretários e ministros poderiam começar a enxergar, se não quiserem abrir o caminho àquele declínio da esquerda cujas modalidades e resultados podemos facilmente observar em vários países europeus.<br />
Diante disso, o “combate à informalidade” apresenta-se aberto a uma grande alternativa:<br />
- por um lado, aquele pautado pela elite, faz do “choque de ordem” uma linha repressiva permanente, sem fim: a repressão aos pobres se torna uma política que preenche o vazio da própria ausência de política, quer dizer, de governos que não tem projeto nenhum que não seja aquele de &#8230; governar!<br />
- por outro, aquele pautado por uma política progressista de mobilização democrática que reconhece a dimensão produtiva dos direitos, a começar pela moradia! Oferecer aos trabalhadores pobres uma moradia digna, acessível e próxima do local de trabalho é um passo essencial na construção de uma rede de proteção social adequada a esse novo tipo de trabalho e na reconstrução da política democrática, do trabalho da democracia e dos direitos.</p>
<p style="text-align:justify;">Como podem os responsáveis pelos cargos de governo que dependem da mobilização dos pobres ignorar os movimentos? Como pode o Ministro da Previdência ignorar os pedidos de socorro daqueles que não tem previdência nenhuma ?<br />
É preciso perguntar se as diferentes instâncias de governo só pensam em entregar mais dinheiro para as grandes empresas através da multiplicação das renúncias fiscais ou se sabem – ao contrário – tirar a lição da re-eleição de Lula em 2006? Pois são as políticas sociais que pavimentam o caminho de um outro modelo de desenvolvimento e de sua base de legitimação social!</p>
<p style="text-align:justify;">Precisamos, mais que nunca, de um choque de cidadania no Rio de Janeiro – a começar pelo reconhecimento das justas lutas dos trabalhadores informais sem-teto do Centro da cidade!</p>
<p><strong>1) Ivana Bentes, professora UFRJ</strong></p>
<p><strong>2) Giuseppe Cocco, professor UFRJ</strong></p>
<p><strong>3) Rodrigo Guéron, professor UERJ</strong></p>
<p><strong>4) Tatiana Roque, professora UFRJ</strong></p>
<p><strong>5) Bárbara Szaniecki, pós-graduanda PUC-Rio</strong></p>
<p><strong>6) Gerardo Silva, professor UFRJ</strong></p>
<p><strong>7) Pedro Barbosa Mendes, pós-graduando UFRJ</strong></p>
<p><strong> <img src='http://s0.wp.com/wp-includes/images/smilies/icon_cool.gif' alt='8)' class='wp-smiley' /> Leonora Corsini, pesquisadora LABTeC-UFRJ</strong></p>
<p><strong>9) Carlos Augusto Peixoto – professor PUC-Rio</strong></p>
<p><strong>10) Márcia Aran, professor UERJ</strong></p>
<p><strong>11) Emir Sader, professor UERJ</strong></p>
<p><strong>12) André Barros, Advogado</strong></p>
<p><strong>13) Marta Peres, professora UFRJ</strong></p>
<p><strong>14) Raul Vinhas, professor Unicamp</strong></p>
<p><strong>15) Damian Krauss, psicanalista</strong></p>
<p><strong>16) Danton D’Ornellas Silva – Estudante IBMEC</strong></p>
<p><strong>17) Maria Elisa da Silva Pimentel – professora  Unipli</strong></p>
<p><strong>18) Mariana Patrício Fernandes – pós-graduanda PUC-Rio</strong></p>
<p><strong>19) Pedro Morthé Kosovski</strong></p>
<p><strong>20) Ricardo Sapia Campos – sociólogo</strong></p>
<p><strong>21) Lúcia Ozório – professora Centro Universitário Celso Lisboa</strong></p>
<p><strong>22) Vanessa Santos do Canto – jurista</strong></p>
<p><strong>23) Simone Sobral Sampaio, Professora de Serviço Social/UFSC</strong></p>
<p><strong>24) Alex Patez Galvão – economista</strong></p>
<p><strong>25) Luiz Camillo Osorio – Professor PUC-Rio</strong></p>
<p><strong>26) Pepe Bertarelli – Arquiteto</strong></p>
<p><strong>27) Fernando Gonçalves – UERJ</strong></p>
<p><strong>28) Romano, Artista plástico</strong></p>
<p><strong>29) Cristina Laranja Ribas, artista e pesquisadora</strong></p>
<p><strong>30) Rafael Rezende – PUC-Rio</strong></p>
<p><strong>31) Maria dos Camelôs – MUCA (Movimento Unido dos Camelôs)</strong></p>
<p><strong>32) Jorge Alberto -  Estudante FACHA e Sec. Geral JPT RJ.</strong></p>
<p><strong>33) Felipe Cavalcanti – Médico, pósgraduando Uerj</strong></p>
<p><strong>34) Wallace Hermann – radialista</strong></p>
<p><strong>35) Marina Bueno- Pós graduanda UFRJ</strong></p>
<p><strong>36) Paulo Eduardo Xavier de Mendonça, Médico e Professor Universitário- FCM </strong></p>
<p><strong>37) Mario Vieira da Silva</strong></p>
<p><strong>38) Henrique Antoun, professor UFRJ</strong></p>
<p><strong>39) Alexandre do Nascimento &#8211; Professor da FAETEC e do Pré-Vestibular para Negros e Carentes</strong></p>
<p><strong>40) Vanessa Freitas Barros &#8211; Estudante Ibmec</strong></p>
<p><strong>41) Vera Vital Brasil &#8211; psicóloga clínico institucional, membro da Equipe Clinica Tortura Nunca Mais/RJ e do Fórum de Reparação e Memória do RJ</strong></p>
<p><strong>42) Edson Barrus – artista plástico</strong></p>
<p><strong>43) Telma Lages – professora PUC-Rio</strong></p>
<p><strong>44) Vany Leston Pessione Pereira &#8211; Professora SUESC</strong></p>
<p><strong>45) </strong><strong>Gilvan Vilarim &#8211; pós-graduando da UFRJ e professor do UNIFESO</strong></p>
<p><strong>46) Mariana Gomes Peixoto Medeiros, estudante de Direito – UERJ</strong></p>
<p><strong>47) Leonardo Retamoso Palma, agitador cultural</strong></p>
<p><strong>48) Renata Brito, Produtora cultural</strong></p>
<p><strong>49) José Lima – Dirigente da CUT-Rio</strong></p>
<p><strong>50) Ludmila Brandão &#8211; Coordenadora ECCO/UFMT</strong></p>
<p><strong>51) Carolina Peterli (Rel. Internacionais PUC)</strong></p>
<p><strong>52) Renato Santos (Rel. Internacionais PUC)</strong></p>
<p><strong>53) Thayná Coimbra (Ciencias Sociais PUC)</strong></p>
<p><strong>54) Alessandro Biazzi (mestrando Rel. Internacionais PUC)</strong></p>
<p><strong>55) Vinicius Costa (eng. ambiental PUC)</strong></p>
<p><strong>56) Giuliano Djahjah Bonorandi</strong></p>
<p><strong>57) Cristina Tepedino &#8211; Historiadora e Mestre em Educação</strong></p>
<p><strong>58) Rafael Falcão &#8211; Direito PUC/RJ</strong></p>
<p><strong>60) André Pastura &#8211; Economista PUC/RJ</strong><strong> </strong></p>
<p><strong>61) Fernanda Bruno &#8211; Professora UFRJ</strong></p>
<p><strong>62) Janaína Firakovski Luz &#8211; Economista</strong><strong> </strong></p>
<p><strong>63) Leon Farhi Neto – pós-graduando em filosofia</strong></p>
<p><strong>64) Sérgio Augusto Menezes Hespanha &#8211; arquiteto-urbanista</strong></p>
<p><strong>65) Adauto Melo </strong><strong><a href="http://grupobeatrice.blogspot.com/">http://grupobeatrice.blogspot.com/</a></strong><strong> </strong></p>
<p><strong>66) Fabiene Gama &#8211; antropóloga – UFRRJ</strong></p>
<p><strong>67) Luiz Otávio Monteiro de Morais &#8211; professor em escolas públicas</strong></p>
<p><strong>68) Sandra Teixeira – Rio de Janeiro</strong></p>
<p><strong>69) João C. Galvão Jr. – pós-graduando UFF</strong></p>
<p><strong>70) Julieta Nunes &#8211; Professora FAU/UFRJ</strong></p>
<p><strong>71) Carlos Alberto Plastino   Professor da PUC-Rio e da UERJ</strong></p>
<p><strong>72) Maria Fernanda Barreto – Unirio</strong></p>
<p><strong>73) Tadzia Maya &#8211; Produtora Cultura Digital &#8211; MinC – RJ</strong></p>
<p><strong>74) Fernando Santoro. Prof. de Filosofia da UFRJ</strong></p>
<p><strong>75) Inés Martínez &#8211; pós-graduanda, UFRJ</strong></p>
<p><strong>76) Geo Britto. Centro de Teatro do Oprimido</strong></p>
<p><strong>77) Maria Helena Tenório de Almeida &#8211; professora da UERJ</strong></p>
<p><strong>78) Fábio Goveia Professor-assistente UFES</strong></p>
<p><strong>79) Gloria Seddon. Psicanalista, artista visual, professora.</strong></p>
<p><strong>80) Alexandre Lambert. Cenógrafo, Artista multimedia</strong></p>
<p><strong>81) Ademir Cecilio de Oliveira</strong></p>
<p><strong>82) </strong><strong>Cecilia Cotrim &#8211; professora da puc-rio</strong></p>
<p><strong>83) Miguel Jost &#8211; pós-graduação puc-rio – letras</strong></p>
<p><strong>84) Marcia Irulegui Gomes &#8211; Fisioterapeuta</strong><strong></strong></p>
<p><strong>85) Osmar Coelho &#8211; administrador – Sinaerj</strong></p>
<p><strong>86) </strong><strong>Marta Bandeira de Freitas &#8211; historiadora UFRJ</strong></p>
<p><strong>87) Manuela Mourão Colker &#8211; estudante de direito da UNIRIO</strong></p>
<p><strong>88) Clara Luiza Miranda professora &#8211; UFES</strong><strong></strong></p>
<p><strong>89) Abrahão de Oliveira Santos, professor da UFF</strong></p>
<p><strong>90) Nina Saroldi, filósofa</strong></p>
<p><strong>91) Tina Montenegro – jurista</strong></p>
<p><strong>92) Flavia Vivacqua (artista, educadora e designer cultural) </strong></p>
<p><strong>93) </strong><strong>Vladimir Lacerda Santafé &#8211; pós-graduando UFRJ</strong></p>
<p><strong>94) </strong><strong>Luciana Vanzan &#8211; psicóloga, doutoranda do IPPUR/UFRJ, colaboradora da Comissão de Direitos Humanos do CRP/RJ</strong></p>
<p><strong>95) Maria José Barbosa – Professora UFPA</strong></p>
<p><strong>96) </strong><strong>Raphael Monteiro estudante UNESA</strong></p>
<p><strong>97) E</strong><strong>DGAR DALLAROSA FOGAÇA acadêmico de Direito da Unisinos/RS coordenador do CA de Direito &#8211; CAED</strong><strong></strong></p>
<p><strong>98) Márcio de Souza Bernardes</strong></p>
<p><strong>99) Adília Nogueira Sozzi</strong></p>
<p><strong>100) Paulo Sollero &#8211; professor Unicamp</strong></p>
<p><strong>101) Wilma F. Mascarenhas &#8211; Psicóloga, membro do Grupo Tortura Nunca Mais/RJ, Servidora Pública da Cidade do Rio de Janeiro, Conselheira do CRP/RJ</strong></p>
<p><strong>102) Bruno Caracol, artista</strong></p>
<p><strong>103) Francini Guizardi &#8211; Pesquisadora-docente da EPSJV/FIOCRUZ</strong></p>
<p><strong>104) Sonia Lúcio Rdrigues de Lima</strong></p>
<p><strong>105) Padre Ricardo Rezende – professor UFRJ</strong></p>
<p><strong>106) Sandra Quintela &#8211; economista – RJ</strong></p>
<p><strong>107) Alexandrino Júnior Núcleo PT – RIO de Previdência Complementar</strong></p>
<p><strong>108) Aldo Ambrózio -  Doutorando em Psicologia Clínica &#8211; PUC/SP</strong></p>
<p><strong>109) Nelson Milesi de Albuquerque Cerqueira – Músico</strong></p>
<p><strong>110) Suzana Cardoso &#8211; produtora cultural</strong></p>
<p><strong>111) Maria Luiza Testa Tambellini &#8211; professora -Faculdade de Serviço Social/UERJ</strong></p>
<p><strong>112) André Vieira Ramos de  Assis &#8211; Chefe do  Serviço de Política e Desenvolvimento Agropecuário &#8211; Rio de Janeiro</strong></p>
<p><strong>113) Maria Salette Mayer de Aquino, professora Unicamp</strong></p>
<p><strong>114) Maria Carolina Gomes Barbalho &#8211; Pós-Graduanda UERJ</strong></p>
<p><strong>115) Esther Arantes &#8211; professora da UERJ e PUC-Rio</strong></p>
<p><strong>116) Pedro Salles &#8211; Mestrando IMS-Uerj</strong></p>
<p><strong>117) Paula Saules Ignácio &#8211; mestranda Ensp</strong></p>
<p><strong>118) Robson Alvão dos Santos &#8211; Professor da Rede Estadual,Americana SP</strong></p>
<p><strong>119) Mônica Yumi Jardim da Silveira pós-graduanda da escola Angel Vianna</strong></p>
<p><strong>120) Tania Marins-dentista</strong></p>
<p><strong>121) Fábio Malini – Professor Adjunto UFES</strong></p>
<p><strong>122) Leandro dos Santos Oliveira &#8211; graduando IFCS-UFRJ</strong></p>
<p><strong>123) Priscila Delgado de Carvalho, jornalista</strong></p>
<p><strong>124) Babe Lavenère Machado de Menezes Bastos &#8211; Brasília, DF</strong></p>
<p><strong>125) daniel araújo valença &#8211; advogado, mestrando UFRN</strong></p>
<p><strong>126) Laíssa Costa &#8211; Jornalista, Natal/RN</strong></p>
<p><strong>127) Gabriel Ribeiro &#8211; Coordenação Nacional do PT</strong></p>
<p><strong>128) Valéria Paim &#8211; mestranda em história comparada – UFRJ</strong></p>
<p><strong>129) Helena Vieira- doutoranda em Artes Cênicas, Unirio</strong></p>
<p><strong>130) Maria da Conceição Carneiro Oliveira, historiadora, educadora</strong></p>
<p><strong>131) </strong><strong>Vinicius Padilha (Estácio)</strong></p>
<p><strong>132) Lia Brum (PUC-Rio)</strong></p>
<p><strong>133) Amanda Mendonça &#8211; Socióloga/RJ</strong></p>
<p><strong>134) </strong><strong>Flavita Valsani, fotógrafa</strong></p>
<p><strong>135) Marcos Antonio Fonseca – Arquiteto</strong></p>
<p><strong>136) Elizabeth Versiani Formaggini – documentarista</strong></p>
<p><strong>137) Bruno Vianna, cineasta, rio de janeiro, RJ</strong></p>
<p><strong>138) Maria Helena Zamora, Professora da PUC-Rio</strong></p>
<p><strong>139) Carolina Sette – Psicóloga</strong></p>
<p><strong>140) Fernanda Kutwak – psicóloga</strong></p>
<p><strong>141) Junia de Vilhena &#8211; Profa. PUC-Rio</strong></p>
<p><strong>142) Roberto Maggessi – Jornalista</strong></p>
<p><strong>143) Maria Thereza Azevedo UFMT Cuiabá</strong></p>
<p><strong>144) Rosalvo Maciel – Médico</strong></p>
<p><strong>145) Carlos Humberto -  Geógrafo</strong></p>
<p><strong>146) Angela Rabello Maciel de B. Tamberlini- professora da UFF</strong></p>
<p><strong>147) Rodrigo C Bertamé Ribeiro &#8211; estudante de arquitetura &#8211; FAU-UFRJ e musico</strong></p>
<p><strong>148) Escarletti dos Santos Pinto – Assistente Social</strong></p>
<p><strong>149) Leonardo de Almeida Rodrigues &#8211; economista</strong></p>
<p><strong>150) Olivier Borius, coordenador ONG</strong></p>
<p><strong>151) Lúcia Copetti Dalmaso, advogada</strong></p>
<p><strong>152) Claudia Maria Pinto &#8211; professora (rede municipal e estadual), geógrafa</strong></p>
<p><strong>153) Cândida Maria Carvalho de Cerqueira, médica</strong></p>
<p><strong>154) Maria das Dores Nascimento &#8211; Advogada em São Paulo </strong></p>
<p><strong>155) Antonio Martins – Jornalista</strong></p>
<p><strong>156) Jean Tible – Doutorando da Unicamp</strong></p>
<p><strong>157) Profa. Dra. Luciana da Silva Andrade &#8211; PROURB-FAU-UFRJ</strong></p>
<p><strong>158) <strong>Carlos Humberto – Geógrafo</strong></strong><strong></strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong><span style="text-decoration:underline;">Adesões de movimentos</span></strong></p>
<p><strong>- Setor de moradia do Comite Central Popular de Juiz de Fora</strong></p>
<p><strong>- Coletivo Piracema-UFJF</strong></p>
<p><strong>- Movimento Trabalhadores Desempregados – MTD-Rio</strong></p>
<p><strong>- DCE &#8211; Diretório Central de Estudantes – PUC-Rio</strong></p>
<p><strong>- Instituto Politicas Alternativas para o Cone Sul (PACS)</strong></p>
<p><strong>- CONCA &#8211; Conselho de Cidadania do Alto da Boa Vista</strong></p>
<p><strong>(Fórum permanente que reune 16 Comunidades do Bairro)</strong></p>
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